- ORQUESTRA SINFÔNICA DA UFMT -



Fruto de um projeto visionário dos Reitores Gabriel Novis Neves e Benedito Pedro Dorileo, a Orquestra teve sempre a atenção dos dirigentes que, à frente da UFMT, acreditavam na importância de um conjunto especial de música de qualidade para contribuir na formação dos homens e mulheres de Mato Grosso. Com seus concertos em praça pública, onde reuniram até trinta mil pessoas, vários mato-grossenses tiveram seus primeiros contatos com o universo da música erudita ou mesmo da música popular, com arranjos especiais que garantiam a qualidade musical necessária.

O cenário musical brasileiro passou em Mato Grosso nos últimos trinta anos acompanhados pela Orquestra Sinfônica em concertos memoráveis no Teatro Universitário, Museu do Rio, Teatro do Liceu Cuiabano, Academia Mato grossense de Letras, Teatro do IFET, etc. Apresentações mágicas na Chapada dos Guimarães com Gilberto Gil, Roupa Nova, Gal Costa, Tetê Espíndola, 14 Bis, Vanguart, Macaco Bong, Linha Dura e Dj Taba, Dj Farinha, entre outros importantes artistas, estabeleceram um diferencial na história da Orquestra possibilitando que cada vez mais a comunidade pudesse ter acesso e garantia de qualidade na sua formação musical.

A música regional teve lugar de destaque na história da Orquestra quando Pescuma, Henrique, Claudinho, Pineto, China, Novos Chorões, Filhos da Pauta, Sarau Cuiabano, Erre Som, Strauss, tocaram pela primeira vez com uma orquestra sinfônica, reafirmando assim a qualidade da música mato-grossense nos mais diversos estilos. A universalidade musico – cultural foi uma marca nos últimos anos da Sinfônica.

Responsável pela montagem da primeira ópera completa em Mato Grosso nos tempos modernos - “A Flauta Mágica” de Mozart em 2006 -, a OSUFMT mostra vigor quando se une ritmos nunca antes pensados para uma orquestra sinfônica. Música eletrônica e lambadão foram ouvidos pelos instrumentos do grupo em concertos que desafiaram a capacidade musical de todos no palco. Como ferramenta de educação, com o objetivo de formação de platéia e músicos instrumentistas, propõe e desenvolve projetos de iniciação e conhecimento da música de concerto, formação de platéia como o Projeto “Divina Música” nos anos 2000 e 2003 Concertos da Paz e Natalinos, no Parque Mãe Bonifácia, além de representar Mato Grosso em outros estados.

Como forma de homenagear Mato Grosso e sua musicalidade, nos anos em que a Orquestra completou 30 temporadas, apresentou o projeto MEMORIAL 30 ANOS, homenageando grandes maestros, músicos e personalidades que fizeram a história da música de qualidade em Mato Grosso.

Quatro Maestros titulares passaram pela história da Orquestra nos últimos trinta anos: Konrad Wimmer, Marcelo Bussiki, Ricardo Rocha e Roberto Vitório. Em 2002, Silbene Perassolo foi a primeira mulher a dirigir a Orquestra, permanecendo toda a temporada. Cada um, dentro de suas características, foram condutores de um período especial para a música mato-grossense. Atualmente está sob a batuta de Fabrício Carvalho.


segunda-feira, 25 de julho de 2011

" OSUFMT no Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães "


Dando continuidade a Temporada 2011 de Concertos Sinfônicos, a Orquestra Sinfônica da Universidade Federal de Mato Grosso (OSUFMT) se apresenta no próximo domingo, 31/07, às 19h, no XXVII Festival de Inverno de Chapada dos Guimarães, na Praça principal do Festival.. Vale ressaltar que a Entrada é Franca. Com um repertório especialmente pensado para um concerto ao ar livre, a Sinfônica da UFMT levará ao palco 50 músicos entre titulares, bolsistas, estudantes e convidados. "Para esse tipo de apresentação, o cuidado com o programa é fundamental para o entendimento do que escreveu o compositor", explica o maestro Fabricio Carvalho, acrescentando que a OSUFMT tem experiência neste tipo de espetáculo.

O maestro ressalta ainda, que para este concerto, a Orquestra contará com a participação de Solistas, entre eles, Yllen Almeida (Violino ), Maidi Dickmann (Mezzo-Soprano) e André Villani (Barítono). Na programação, obras dos grandes mestres das músicas erudita, brasileira de concerto e também popular.

A regência da Orquestra Sinfônica da UFMT fica a cargo do diretor artístico e regente titular Fabricio Carvalho.



quinta-feira, 26 de maio de 2011

" OSUFMT em Barra do Garças "

Na noite de quarta-feira, dia 25, a Orquestra Sinfônica da UFMT realizou um Concerto comemorativo aos 30 anos do campus da instituição em Barra do Garças.
Com um público que superou 2 mil pessoas, o concerto contou com a presença da Magnífica Reitora Maria Lúcia Cavalli Neder, seus Pró-Reitores e Coordenadores da instituição.
O espetáculo iniciou com a apresentação da dupla Eudes e Candinho, que homenageou a cidade com músicas de raiz. Às 20h a Orquestra começou a apresentação, sob regência do maestro Fabrício Carvalho e com participação da solista Maidi Dickmann. Apresentou a valsa “Danúbio Azul” de J. Strauss, uma das obras clássicas mais conhecidas, e na sequência: Abertura da ópera “Rosamunda”, de F. Schubert; Abertura da ópera "As Bodas de Fígaro", de W. A. Mozart; Czardas V. Monti, com participação da solista Yllen Almeida (Violino); Habanera, da ópera "Carmem", de G. Bizet, com participação da solista Maidi Dickmann (mezzo-soprano); Ópera Carmen (Toreador), de G. Bizet;
Em um final grandioso, a público cantou com a OSUFMT a famosa canção "Carinhoso", do mestre Pixinguinha!!
A Orquestra Sinfônica foi aplaudida e requisitada para mais uma apresentação, concluindo a celebração dos 30 anos do Campus do Araguaia. A entrada para apresentação foi a doação de um quilo de alimento, que será repassado para a Assistência Social do município.
Parabéns a OSUFMT pelo belíssimo Concerto, e um agradecimento especial a todos os Barragarcenses, que receberam com muito entusiasmo o espetáculo.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

" Maidi Dickmann " - Mezzo Soprano



Formou-se em Licenciatura em Educação Artística - habilitação em Música pela Universidade Federal de Mato Grosso.

É especialista em Música Brasileira, especialista em Avaliação Educacional e mestre em Educação. Desde 1996 é Professora do Departamento de Artes da UFMT.

Foi Coordenadora de Ensino de Graduação do Curso de Licenciatura em Educação Artística - habilitação em Música (1998 - 2000; 2005 - 2007) e do Curso de Licenciatura em Música (2005 - 2007) da UFMT. Cantou em vários corais de renome, entre eles, Coral UNISINOS (São Leopoldo/RS), Coral UFMT (Cuiabá/MT) e Coral do Estado de Mato Grosso (Cuiabá/MT), tendo também participado dos mais prestigiados Festivais de Música e Oficinas do País.

Participou como solista em algumas montagens, dentre elas: Missa da Coroação de Mozart, com o Coro e Orquestra de Câmara do Estado de Mato Grosso, em 2005; A Flauta Mágica de Mozart, interpretando a 2ª Dama, com o Coro e a Orquestra Sinfônica da UFMT, em 2006; Ave Verum Corpus e Agnus Dei (Missa da Coroação) de Mozart, com a Orquestra de Câmara do Departamento de Artes da UFMT, em 2007.

Desde setembro de 2008 faz aulas de canto com Prof. Inácio de Nonno, em Campinas/SP.

quarta-feira, 23 de março de 2011

" Franz Schubert - Abertura Rosamunde "


Schubert nasceu em Himmelpfortgrund, um pequeno subúrbio de Viena. O seu pai, Franz Theodor Florian Schubert, filho de um camponês da Morávia, era um mestre-escola da paróquia. A sua mãe, Elizabeth Fitz (ou Vietz), tinha sido, antes do casamento, criada de uma família vienense. Dos seus quatorze filhos, nove morreram durante a infância; os outros eram Ignaz (nascido em 1784), Ferdinand (nascido em 1794), Karl (nascido em 1796), Franz e a filha, Theresia (nascida em 1801). O pai, homem de reconhecida integridade moral, tinha alguma reputação como professor, e a sua escola, em Lichtenthal, era bem frequentada. Era também um músico amador razoável. Os seus filhos mais velhos, Ignaz e Ferdinand, comparavam-se ao pai na sua habilidade musical.
Aos cinco anos de idade, Schubert começou a sua instrução regular, com o pai. Aos seis anos, entrou na escola de Lichtenthal, onde passou alguns dos melhores anos da sua vida. A sua educação musical começou também por esta altura. O seu pai transmitiu-lhe alguns conhecimentos rudimentares sobre violino e o seu irmão, Ignaz, iniciou-o no pianoforte. Aos sete anos, como já tinha ultrapassado largamente a perícia dos seus mestres iniciais, foi entregue à guarda de Michael Holzer, o Kapellmeister - mestre de capela - da igreja de Lichtenthal. As lições de Holzer consistiam mais em manifestações de espanto por parte do mestre. O jovem Schubert lucrou mais com a ajuda de um seu colega que o levava até um armazém de pianofortes, onde este tinha oportunidade de practicar em instrumentos mais sofisticados que aquele que a sua família lhe podia proporcionar. O facto de os seus primeiros anos de aprendizagem serem algo insatisfatórios era tanto mais sério que, naquela época, um compositor só teria alguma hipótese de sucesso se fosse reconhecido pelo público como um intérprete de excepção. A educação musical que tinha era, no entanto, insuficiente.
A 30 de Setembro de 1808, o seu pai leva-o a participar no concurso para coristas da Capela Imperial, onde António Salieri, compositor oficial da corte, selecionaria os novos cantores. Possuidor de uma apreciada voz de soprano, obteve um lugar no coro, ganhando também uma bolsa de estudos em Stadtkonvikt, um dos melhores colégios de Viena (correspondendo ao Conservatório). Manteve-se aí até ter quase dezessete anos. A sua instrução não foi, no entanto, das melhores - um pouco, aliás, como aconteceu a Haydn em St. Stephen. A sua formação deveu mais à prática que recebeu através da orquestra da escola e pelo companheirismo de alguns dos seus colegas. Muitos dos seus mais devotados amigos, ao longo da sua vida, encontram-se já entre os seus colegas: Spaun, Stadler, Holzapfel, entre outros que o ajudavam monetariamente, comprando-lhe papel de música (que não conseguia comprar com o dinheiro que tinha), além de lhe darem apoio moral, encorajando-o, reconhecendo nele as suas qualidades. Foi também no Stadtkonvikt que teve o seu primeiro contacto com as sinfonias e aberturas de Mozart. Foi conhecendo alguma produção musical além desta, como pequenas peças musicais mais ligeiras e visitando ocasionalmente a ópera, que Schubert foi desenvolvendo o seu conhecimento pessoal da música da época.
Entretanto, ia já demonstrando as suas capacidades como compositor. Uma Fantasia para dueto de piano (D.1, usando o número de catálogo proposto por Otto Erich Deutsch - por isso se deve ler "Deutsch 1"), em trinta e duas páginas de música densamente escrita, é datada de 8 de Abril a 1 de Maio de 1810; seguiram-se-se, em 1811, três longas peças vocais (D.5 - D.7), escritas segundo um conceito popularizado por Zumsteeg, juntamente com uma "abertura-quinteto" (D.8), um quarteto de cordas (D.2); uma segunda Fantasia para pianoforte e alguns Lieder (canções).
É importante referir o seu interesse pela música de câmara já que se sabe que, em sua casa, na altura, se tinha formado um quarteto que tocava "aos domingos e feriados": com os seus irmãos a tocar violino, o seu pai a tocar violoncelo e Schubert a tocar viola.
Durante os restantes anos que passou no Stadtkonvikt, escreveu ainda um número apreciável de peças de música de câmara, vários Lieder, algumas peças variadas para pianoforte e, entre os seus projectos mais ambiciosos, um Kyrie (D.31) e um Salve Regina (D.27), um octeto para instrumentos de sopro (D.72/72a) - diz-se que em honra da sua mãe, que morreu em 1812 - uma cantata (D.110), incluindo a letra e a música, para a comemoração do dia do nome do seu pai, em 1813; e, no final dos seus anos de conservatório, a sua primeira sinfonia (D.82).
Morreu a 19 de Novembro, na casa do seu irmão Ferdinand, em Viena, com 31 anos de idade. A sua sepultura jaz no cemitério de Währinger, perto da de Ludwig van Beethoven, compositor que venerou em vida.

" Habel dy Anjos - Sinfonia Pantaneira "

Outra obra marcante do repertório é “Sinfonia Pantaneira”, Habel dÿ Anjos, pesquisador, professor do Departamento de Artes do Instituto de Linguagens da UFMT. Sinfonia Pantaneira é uma grande homenagem à cultura local e um dos seus principais ícones, a viola de cocho. Com traços barrocos, a obra se desenvolve em quatro movimentos: Pantanal quem fecit Dominus, Finis Vesperis, Sonoribus et coloribus e Exultantia chorda.

" Vittorio Monti - Czardas "


Monti (6 de janeiro de 1868 - 20 de Junho de 1922) foi um compositor italiano, violinista e maestro. Monti nasceu em Nápoles, onde estudou violino e composição no Conservatório di San Pietro a Majella. Por volta de 1900 ele conseguiu um trabalho como o maestro da Orquestra Lamoureux, em Paris, onde escreveu vários balés e operetas, por exemplo Noël de Pierrot.
Csárdás (ou Czardas) é a única composição famoso de Vittorio Monti. A peça de concerto rhapsodical escrito em 1904, é uma peça folclórica conhecida com base em uma Csárdás húngaro. Foi originalmente composta para violino, bandolim ou piano. Atualmente, é geralmente jogado no violino, mas também pode ser jogado como um solo de piano, solo de saxofone, no acordeon, ou como um arranjo orquestral. A duração da peça é de cerca de quatro minutos e meio.

" Ludwig Van Beethoven - 1a. Sinfonia "


Beethoven foi batizado em 17 de Dezembro de 1770, tendo nascido presumivelmente no dia anterior, na Renânia do Norte (Alemanha). Sua família era de origem flamenga, cujo sobrenome significava horta de beterrabas e no qual a partícula van não indicava nobreza alguma. Seu avô, Lodewijk van Beethoven - também chamado Luís na tradução -, de quem herdou o nome, nasceu na Antuérpia, em 1712, e emigrou para Bonn, onde foi maestro de capela do príncipe eleitor. Descendia de artistas, pintores e escultores, era músico e foi nomeado regente da Capela Arquiepiscopal na corte da cidade de Colónia. Na mesma capela, seu filho, o pai de Ludwig, era tenor e também leccionava. Foi dele que Beethoven recebeu as suas primeiras lições de música, o qual o pretendeu afirmar como menino prodígio ao piano, tal seria a facilidade demonstrada desde muito cedo para tal. Por isso o obrigava a estudar música todos os dias, durante muitas horas, desde os cinco anos de idade. No entanto, seu pai terminou consumido pelo álcool, pelo que a sua infância se manifestou como infeliz, por isso.
Sua mãe, Maria Magdalena Kewerich (1746-1787), era filha do chefe de cozinha do príncipe da Renânia, Johann Heinrich Keverich. Casou-se duas vezes. O primeiro marido foi Johann Leym (1733-1765). Tiveram apenas um filho, Johann Peter Anton, que nasceu e morreu em 1764. Depois da morte do marido, Magdalena, viúva, casou-se com Johann van Beethoven (1740-1792). Tiveram sete filhos: o primeiro, Ludwig Maria, que nasceu e morreu no ano de 1769; o segundo Ludwig van Beethoven (1770-1827), o compositor, que morreu com 57 anos; o terceiro, Kaspar Anton Carl van Beethoven (1774-1815) que também tinha dotes para a música e que morreu com 41 anos; o quarto, Nicolaus Johann van Beethoven (1776-1848), que se tornou muito rico, graças à indústria farmacêutica, e que morreu com 72 anos; a quinta, Anna Maria, que nasceu e morreu em 1779; o sexto, Franz Georg (1781-1783), que morreu com dois anos de idade e a sétima, Maria Magdalena (1786-1787), que morreu com apenas um ano de idade. Portanto, Beethoven – que foi o terceiro filho da sua mãe e o segundo do seu pai – teve seis irmãos, quatro dos quais morreram na infância. Quanto aos irmãos vivos, Beethoven foi o primeiro, Kaspar foi o segundo e Nicolaus o terceiro.
Sinfonia No. 1 em C maior, op. 21, foi dedicada ao Barão Gottfried van Swieten, um dos primeiros mecenas do compositor. A peça foi publicada em 1801 por Hoffmeister & Kühnel de Leipzig. Não se sabe exatamente quando Beethoven terminou de escrever este trabalho, mas os esboços do final de 1795 foram encontrados.
A sinfonia é claramente em débito com antecessores de Beethoven, em particular o seu professor Joseph Haydn, mas mesmo assim tem características que claramente marcá-lo como obra de Beethoven, nomeadamente, a utilização freqüente de sforzandi eo uso proeminente de instrumentos de sopro. Esboços para a final são encontrados entre os exercícios de Beethoven escreveu ao estudar contraponto com Johann Georg Albrechtsberger na primavera de 1795.A estréia ocorreu em 2 de abril de 1800 no KK Nächst Hoftheater der Burg em Viena. O programa do concerto incluiu também o seu septeto e Concerto para Piano n º 2, bem como uma sinfonia de Mozart, e uma ária e um dueto do oratório de Haydn, A Criação. Este concerto efetivamente serviu para anunciar os talentos de Beethoven em Viena.
A sinfonia é marcado para 2 flautas, 2 oboés, 2 clarinetes em C, 2 fagotes, 2 trompas em C e F, 2 trompetes em C, timbales e cordas. As peças clarinete são comumente jogado em clarinete B♭, como clarinetes C e D não são mais amplamente utilizados. No entanto, há alguma controvérsia sobre se devem ser tocadas em instrumentos em Mi ♭ vez. O timbre do clarinete E♭ está muito próxima à dos clarinetes C e D do que o aquecedor-som clarinete em B♭.

segunda-feira, 21 de março de 2011


Orquestra Sinfônica da UFMT abre Temporada 2011

A Orquestra Sinfônica da UFMT abre a Temporada 2011 no próximo dia 27, às 20h no Teatro Universitário. Sob a regência do Maestro Fabricio Carvalho, Pró Reitor de Cultura, Extensão e Vivência, a OSUFMT contará com a presença dos solistas Habel dÿ Anjos na viola de cocho e Yllen Almeida, no violino. O concerto marca também um momento especial de recepção aos novos alunos da instituição que iniciaram suas atividades no último dia 14.

O repertório do concerto privilegia a formação sinfônica com a Abertura de "Rosamunda, Princesa do Chipre", ópera inacabada de Franz Schubert (1797-1828) e a “Sinfonia n. 1” de L. V. Beethoven, Op. 21, primeira das nove sinfonias do compositor. Escrita em Viena entre os anos 1799 e 1800, foi dedicada ao barão Van Swieten, melómano e amigo de Wolfgang Amadeus Mozart. “Czardas”, de Vittorio Monti, é uma obra festiva – em húngaro significa Taberna - e tem como característica principal o virtuosismo do solista ao violino, acompanhado pela intensa sonoridade da orquestra. Yllen Almeida, spalla e regente assistente da OSUFMT interpreta a obra.

Outra obra marcante do repertório é “Sinfonia Pantaneira”, Habel dÿ Anjos, pesquisador, professor do Departamento de Artes do Instituto de Linguagens da UFMT. Sinfonia Pantaneira é uma grande homenagem à cultura local e um dos seus principais ícones, a viola de cocho. Com traços barrocos, a obra se desenvolve em quatro movimentos: Pantanal quem fecit Dominus, Finis Vesperis, Sonoribus et coloribus e Exultantia chorda. A viola é acompanhada pelo naipe de cordas da Sinfônica em um encontro histórico e aguardado por todos.


Orquestra Sinfônica da UFMT
Abertura da Temporada 2011 e Recepção aos calouros
Teatro da UFMT, 27 de março – Domingo – 20h
Ingressos: 1 k de alimento não perecível trocado a partir de sexta feira, 25, no Teatro da UFMT em horário comercial. Capacidade do Teatro: 506 lugares

Solistas: Habel dÿ Anjos – Viola de Cocho e Yllen Almeida – Violino

Regência: Maestro Fabricio Carvalho